Mais uma família conseguiu identificar a origem de seu antepassado lusitano — dessa vez, estamos falando de Adolfo Adelino.
Nesse caso, nos deparamos com uma grande variedade nominal, oriunda da documentação. Em alguns momentos o lusitano assinava como Adolfo Adelino, em outros como Adolfo Fernandes e ainda como Adolfo Adelino Fernandes.
Essa variação é explicada pela própria época de seus registros, anterior ao registro civil português. No ato do batismo, as crianças recebiam somente o prenome batismal. Apenas na idade adulta é que se firmava o sobrenome — e este, muitas vezes, podia divergir do dos pais, ou ser simplesmente a adoção de um sobrenome materno ou presente em um dos avós. A adoção de sobrenomes não possuía a regra fixa e social que temos hoje.
Mas isso não foi impedimento: através de uma varredura nas freguesias lusitanas, foi possível identificar o registro originário e, com isso, possibilitar que seus descendentes pleiteassem a cidadania portuguesa.
E você, busca algum antepassado estrangeiro?
