Antes do Saturnia: os portugueses que o Canadá já tinha. Fotografia de uma rua de Nanaimo, na Colúmbia Britânica, em 24 de maio de 1919, de autoria desconhecida, sobre fundo verde-escuro.

Antes do Saturnia: os portugueses que o Canadá já tinha

Imigração e Acervos

Houve portugueses no Canadá durante quase três séculos antes de 1953, de Pedro da Silva, na Nova França, aos garimpeiros do Klondike. Não chegaram a formar uma comunidade organizada e quase não deixaram papel de chegada. Deixaram outro tipo de rastro.

por Thiago Bezerra Vianna · Consultoria Mnésis

Em 14 de maio de 1953, 69 trabalhadores portugueses desembarcaram em Halifax, vindos no paquete Saturnia. São hoje celebrados como pioneiros da imigração portuguesa para o Canadá, e com razão: com eles começou a emigração em massa. A presença portuguesa no país é muito mais antiga.

O levantamento da Consultoria Mnésis em onze recenseamentos canadenses realizados entre 1851 e 1931 encontrou pessoas nascidas em Portugal em todos eles.1 Eram poucas: cinco registros em 1851, quarenta em 1901, entre 33 e 35 nos censos de 1911, 1921 e 1931. Viviam espalhadas do Quebeque ao Yukon, sem vida comunitária organizada. A documentação que deixaram mostra como a história de uma migração depende do regime sob o qual as pessoas saíram de casa.

Pedro da Silva e as famílias da Nova França

A presença portuguesa é anterior aos recenseamentos. Segundo a Canadian Encyclopedia, os portugueses da Nova França descendiam de umas poucas famílias fundadas por imigrantes chegados a partir de 1668. Em cinco séculos de contato, apenas um punhado de pescadores portugueses se fixou na costa atlântica.2

A historiografia luso-canadense guarda um nome desse período. Domingos Marques e Manuela Marujo registram que o primeiro serviço de correio do Canadá foi feito em 1693 por um português residente em Quebeque, Pedro da Silva, que levou um maço de cartas de Montreal à cidade de Quebeque.3

A pesca do bacalhau levou portugueses às costas da Terra Nova durante séculos, mas essa é outra história. A frota ia e voltava a cada campanha, e a Terra Nova só passou a fazer parte do Canadá em 1949.

Alves, Maunders e Teresa Gallagher: os isolados do Canadá central

Nos censos de 1851, 1861 e 1871, a maioria dos nascidos em Portugal que identificamos vivia no atual Quebeque e no Ontário. Um deles aparece três vezes em Montreal, transcrito como Alvis em 1851, Alvez em 1861 e Alves em 1871. Tudo indica que seja o mesmo homem, Francis J. Alves, cujas idades declaradas situam o nascimento por volta de 1795.

Na mesma cidade, Joseph Maunders declarou 95 anos em 1871 e 101 em 1881. O nome inglês não permite saber se era português ou britânico nascido em Portugal. Os recenseamentos não fazem essa distinção, e a dúvida vale para dezenas de registros do período.

Kingston oferece o caso mais bem documentado na imprensa. Em 4 de março de 1869 morreu na cidade Teresa Gallagher, aos 69 anos, natural de Portugal e residente em Kingston havia trinta anos, segundo a nota publicada no Daily British Whig.4 Chegara, portanto, por volta de 1839.

Na tradição portuguesa, a grande maioria das mulheres não adotava o sobrenome do marido. No registro canadense, Teresa existe apenas com o dele, e o nome com que nasceu desaparece. Ela também não surge como nascida em Portugal nas transcrições dos censos que examinamos. É a primeira de várias ausências que obrigam a ler esses números como piso, e não como contagem.

Da corrida do ouro ao Klondike: Joe Silvey, Maciel e Flores

A partir de 1881, o centro de gravidade muda para o Pacífico. No censo desse ano, metade dos registros que identificamos está na Colúmbia Britânica. Em 1901, somado o Yukon, o oeste reúne 25 dos 40.

O caminho foi o do mar e do ouro. Segundo a biografia escrita pela historiadora Jean Barman, Joe Silvey, natural da ilha do Pico, chegou à costa da Colúmbia Britânica por volta de 1860 num baleeiro e desertou para tentar a sorte nas minas.5

No interior, dois homens atravessam três censos no distrito de Yale: John Maciel, transcrito como McCelle, Masciel e Marciell, e Joaquim Flores, transcrito como Floris e Florence. As idades declaradas em 1881, 1901 e 1911 indicam que se trata das mesmas pessoas.

Em Englishman's River, na ilha de Vancouver, John Sousa morreu no hospital em 26 de março de 1905, aos 92 anos, natural de Portugal e morador do lugar havia quarenta anos.6 Como Teresa Gallagher, não aparece com esse nome nas transcrições dos censos.

O ouro do Yukon levou outros mais longe. Em 1901, o censo registra no território sete homens com sobrenomes portugueses ou de feição portuguesa: Costa, Pires, Rosa, Enos e formas transcritas que parecem Gomes, Lopes e Botelho. Em 1911, há um Furtado em Dawson, um Manuel Botelho em Quartz Creek e um Joseph Enos em Hunker Road.

John Enos, dos Açores a Nanoose

John Enos, natural dos Açores, é o caso mais completo que conseguimos reunir. Em 26 de setembro de 1864, obteve o direito de ocupação prévia do lote 7 do distrito de Nanoose, na ilha de Vancouver. O lago Enos, ali perto, guarda o seu nome.7 Cinco semanas depois, um jornal de Victoria já o chamava colono de Nanoose Bay, com batatas para colher.8

Em 1871, um correspondente de Nanaimo descrevia como esplêndidas as fazendas de Enos e de um certo Bonnell em Nanoose e pedia que o governo abrisse a estrada de Comox, para que gado e carros de bois pudessem passar.9 Em maio de 1877, Enos trabalhava na mina de Chase River, onde caiu sobre um bloco de carvão, deslocou o cotovelo e fraturou um osso do antebraço.10 O censo de 1881 o registra em Nanaimo e Nanoose, com 46 anos.

Em novembro de 1889, pediu pelo jornal que os devedores acertassem as contas e que os credores apresentassem as suas até 15 de dezembro.11 Em maio de 1890, comprou o rancho de R. Parkinson, sapateiro da vila de Alberni.12 Em agosto, o jornal de Nanaimo anunciou que Enos partia para os Açores, a sua terra natal, para rever a casa da infância. Chamava-o um dos colonos mais empreendedores de Nanoose e dizia que, com trabalho e perseverança, fizera o seu pecúlio na terra que adotara.13 Voltou em julho de 1892, apresentado então como alguém que até pouco antes fora um próspero fazendeiro em Nanoose e, segundo o jornal, com mais vigor e melhor saúde.14

Em fevereiro de 1894, Enos escreveu ao conselho municipal de Nanaimo que o novo mapa da cidade lhe tirara o acesso à água de que gozava havia 33 anos no seu lote da Fraser Street.15 Em 1899, o vice-ministro da Marinha encaminhou ao conselho uma carta de Enos, transcrita pela imprensa, em que ele contava a sua história. Em 1860, com licença da Hudson's Bay Company, ocupara um terreno junto ao Commercial Inlet, a que chegava de barco, e assim o usara até 1892. Assinara depois uma escritura da New Vancouver Coal Company que lhe tirava a frente de água, sem saber ler inglês e sem que ninguém lhe explicasse o documento. Declarava-se natural de Portugal e súdito britânico naturalizado havia muitos anos. O conselho arquivou a carta.16

Brockton Point, 1888: a casa de Joe, o Português

Havia também pequenos núcleos. Em Brockton Point, na península que viria a ser o Stanley Park de Vancouver, viviam desde os anos 1860 famílias indígenas, portuguesas e de outras origens, sem título sobre a terra.17

Em dezembro de 1888, o local estava em quarentena. O relatório da comissão municipal publicado no dia 18 levantava a quarentena para todos, menos para "Joe, o Português" e a família, que ficariam sob guarda por mais dez dias. Na mesma cláusula, mandava a polícia notificar todos os ocupantes de Brockton Point para deixar o local, por haver grande perigo de infecção, e queimar todas as construções ao fim do prazo.18

Em janeiro de 1889, o conselho de saúde examinou o pedido de indenização de "Portuguese Joe" pela propriedade queimada durante a quarentena. Sem admitir responsabilidade legal, ofereceu-lhe 150 dólares em quitação total.19

Décadas depois, o arquivista municipal J. S. Matthews registrou que o médico sanitário recomendara a destruição das casas por medo de varíola. Anotou também, sem a investigar, a notícia de que um processo teria obrigado a cidade a reconstruí-las.20 A imprensa de janeiro de 1889 registra como terminou o pedido que chegou ao conselho: uma quitação. Isso não exclui o processo. Os documentos também não dizem qual dos portugueses conhecidos por esse apelido era o Joe de Brockton Point.

Pictou, Hantsport e Saint John: os portugueses do Atlântico

Na costa atlântica, os recenseamentos mostram homens que ficaram décadas no mesmo lugar. Em Pictou, na Nova Escócia, John Silva e Manuel Silva aparecem de 1881 a 1911, e John ainda em 1921, registrado como Silvia. No condado de Hants, Francis Silver, provável forma inglesa de Silva, e Joseph Fritz estão em Falmouth em 1871 e em Hantsport até 1901. No Cabo Bretão, um Joseph Neves passa pelos censos de 1901, 1911 e 1921 transcrito como Naves, Nares e Knaves. Em New Brunswick, Joseph Roderick, muito provavelmente Rodrigues, vive em Saint John e arredores de 1881 a 1921.

Esses nomes ajudam a ler um número do censo de 1921. Naquele ano, a Nova Escócia tinha 167 pessoas classificadas como de origem portuguesa, a maior concentração do país. Delas, 153 tinham nascido no próprio Canadá.21 Não eram imigrantes. A hipótese mais simples é que fossem, ao menos em parte, descendentes de homens como os de Pictou e Hantsport. O censo publicado não permite localizá-las: nas tabelas por condado, os portugueses aparecem somados a outras origens europeias. Demonstrá-lo exige abrir os domicílios, um a um.

Montreal, Halifax e Quebeque: o corredor para a Nova Inglaterra

Nem todo português que passou pelo Canadá pretendia ficar. Em 18 de agosto de 1886, quarenta imigrantes portugueses chegaram de Boston à estação Bonaventure, em Montreal, a caminho de Chicago e dos estados do oeste.22

Dois anos depois, o Canadá serviu de desvio. Em agosto de 1888 entrou em Halifax a brigantina portuguesa Neptune, vinda do Faial, nos Açores, com destino a Boston e cerca de sessenta mulheres portuguesas a bordo: 58 segundo o Manitoba Free Press e cinquenta e seis segundo o Washington Post, que deu à notícia o título Portuguese Immigrants via Canada.

Alegou-se que o navio entrara para fazer aguada. Soube-se depois que o objetivo era desembarcar as mulheres e encaminhá-las de trem ao destino, contornando a lei americana, porque já estariam contratadas, nas palavras dos despachos, para "entrar em serviço" nos Estados Unidos.23 A explicação dos jornais pede cautela: a lei americana de 1885 contra a importação de trabalhadores contratados excetuava expressamente as pessoas empregadas apenas como criados pessoais ou domésticos.24

Em Saint John, o Daily Telegraph registrou a chegada, em 24 de agosto, de cerca de cinquenta imigrantes portugueses vindos de Halifax, que seguiram de barco para Boston. Dava como destino final os estados do oeste e dizia que tinham chegado a Halifax no Thingvalla, paquete dinamarquês que estava no porto depois de uma colisão muito noticiada.25 É provável que fossem as mulheres do Neptune, mas nenhum dos jornais o afirma.

Em 1913, o corredor aparece em escala. Nas listas de passageiros desembarcados em Quebeque nesse ano, há páginas inteiras de nascidos em Portugal, classificados como portugueses, com a mesma anotação no lugar da ocupação pretendida no Canadá: em trânsito para os Estados Unidos.26 Os destinos são New Bedford, Fall River, Taunton, Lowell, Boston, Providence, Nova York e, na Califórnia, Oakland. Os ofícios são operário e criada. Vários nomes levam o carimbo DETAINED.

Nas listas anteriores a 1922 que examinamos, a maior parte dos nascidos em Portugal está nessas levas de 1913. Contá-los como imigrantes para o Canadá seria um erro. O Canadá era a porta, não o destino.

O que o censo de 1921 contou

O retrato estatístico mais claro do período vem do censo de 1921. O recenseamento pedia a cada pessoa a sua "origem racial ou tribal" e não aceitava "canadense" como resposta. Queria saber de que tronco étnico descendia a população, e registrava essa informação separadamente do lugar de nascimento.27

Em todo o Canadá, 467 pessoas foram classificadas como de origem portuguesa. A Nova Escócia reunia 167; a Colúmbia Britânica, 106; o Quebeque, 51; o Ontário, 47; Alberta, 44; New Brunswick, 35; Manitoba, 13; Saskatchewan e o Yukon, duas cada. A Ilha do Príncipe Eduardo e os Territórios do Noroeste não registravam nenhuma.28

Cruzar a origem com o lugar de nascimento muda a leitura desse número. Das 467 pessoas, 340 tinham nascido no Canadá e 34 nos Estados Unidos. Nascidas em Portugal ou em qualquer outro país, restam no máximo 93.28 Em 1921, a presença portuguesa no Canadá era sobretudo de linhagem, e não de imigração recente.

O próprio número era novo. Nas tabelas comparativas publicadas com esse censo, os portugueses de 1901 e 1911 ainda aparecem somados a origens pouco numerosas, como a espanhola, a maltesa e a brasileira.29

A chegada de novos portugueses continuou mínima. Entre 1926 e 1935, as estatísticas de imigração classificaram como portugueses 118 recém-chegados: 28 no ano de maior entrada, 1929, e entre cinco e nove por ano de 1931 a 1935.30

Por que houve tão pouco papel

A documentação desse período tem forma própria, e essa forma decorre do modo como essas pessoas saíram de Portugal. Não houve recrutamento de Estado, contrato coletivo ou trem à espera no cais. Houve baleeiros que desertaram, garimpeiros, pescadores e passageiros em trânsito. Mesmo no mar a presença era rara: no ano fiscal encerrado em junho de 1887, a alfândega de Halifax registrou a entrada de um único navio de bandeira portuguesa, com 192 toneladas e oito tripulantes.31

Esse fluxo individual quase não gerou papel de saída nem de chegada. Gerou papel de fixação: o direito de ocupação de Enos e a sua naturalização declarada, uma ata municipal, uma quitação de 150 dólares, um obituário, a linha de um recenseamento. O trânsito, ao contrário, deixou listas completas, porque passava por uma inspeção canadense.

Esse papel é difícil de ler. Os nomes ingleses escondem pessoas: Silver, Roderick e até um Peter Smith nascido em Portugal que o censo de 1901 registra em Vancouver. As transcrições erram: numa delas, 43 moradores franco-canadenses da paróquia de Portneuf, no Quebeque, aparecem em 1921 associados a Portugal, muito provavelmente por confusão entre as duas palavras. E há ausências, como as de Teresa Gallagher e John Sousa.

Quando o Saturnia atracou em Halifax em maio de 1953, os portugueses a bordo chegavam dentro de um regime que produzia papel em cada etapa, dos dois lados do Atlântico: edital, inscrição, contrato, lista de embarque, trem à espera. Os 69 não foram os primeiros portugueses do Canadá. Foram os primeiros a chegar por uma migração organizada que tinha o Canadá como destino.

Na Consultoria Mnésis

Na Consultoria Mnésis, pesquisamos trajetórias de portugueses e lusodescendentes no Canadá, antes e depois de 1953, cruzando recenseamentos, listas de passageiros, imprensa e documentação portuguesa.

Fontes

  1. Levantamento próprio da Consultoria Mnésis sobre pessoas nascidas em Portugal nos recenseamentos do Canadá de 1851 a 1931, 2026.
  2. The Canadian Encyclopedia, verbete sobre os portugueses canadenses.
  3. Domingos Marques e Manuela Marujo, With Hardened Hands: A Pictorial History of Portuguese Immigration to Canada in the 1950s, prefácio.
  4. The Daily British Whig, Kingston, 09/03/1869, p. 2.
  5. Jean Barman, The Remarkable Adventures of Portuguese Joe Silvey. Madeira Park: Harbour Publishing, 2004.
  6. The Nanaimo Free Press, 27/03/1905, p. 4.
  7. BC Geographical Names, verbete Enos Lake. Governo da Colúmbia Britânica.
  8. Victoria Daily Chronicle, 01/11/1864, p. 2.
  9. Victoria Daily Standard, 11/11/1871, p. 3.
  10. The Nanaimo Free Press, 30/05/1877, p. 3.
  11. The Nanaimo Free Press, 15/11/1889, p. 4.
  12. The Victoria Daily Times, 15/05/1890, p. 8.
  13. The Nanaimo Free Press, 12/08/1890, p. 3.
  14. The Nanaimo Free Press, 06/07/1892, p. 3.
  15. The Nanaimo Free Press, 14/02/1894, p. 1.
  16. The Nanaimo Free Press, 02/05/1899, p. 1.
  17. The Canadian Encyclopedia, Vancouver Feature: Squatters Settle in Stanley Park.
  18. Daily News-Advertiser, Vancouver, 18/12/1888, p. 8; Vancouver Daily World, 18/12/1888, p. 1.
  19. Vancouver Daily World, 15/01/1889, p. 4.
  20. J. S. Matthews, Early Vancouver, vol. 3.
  21. Dominion Bureau of Statistics, Sixth Census of Canada, 1921, vol. I. Ottawa, 1924, tabela 24, p. 356; tabela 27, nota da p. 384; tabela 29, p. 560.
  22. The Gazette, Montreal, 19/08/1886, p. 3.
  23. Manitoba Free Press, Winnipeg, 30/08/1888, p. 1; The Washington Post, 30/08/1888, p. 2.
  24. Estados Unidos, lei de 26 de fevereiro de 1885 sobre a importação de estrangeiros sob contrato de trabalho, 23 Stat. 332, seção 5.
  25. The Daily Telegraph, Saint John, 25/08/1888, p. 3.
  26. Listas de passageiros desembarcados em Quebeque, 1913. Documentação primária localizada pela Consultoria Mnésis.
  27. Dominion Bureau of Statistics, Sixth Census of Canada, 1921, vol. I. Ottawa, 1924, introdução, pp. xiv e xv.
  28. Idem, tabela 24, pp. 356 e 357; tabela 29, p. 560; tabela 30, p. 564.
  29. Idem, tabela 22, p. 353.
  30. Dominion Bureau of Statistics, Canada Year Book, 1937, tabela Racial origins of immigrants into Canada, calendar years 1926 to 1935.
  31. The Halifax Herald, 26/10/1887, p. 1.

Um antepassado que foi para o Canadá?

Localizamos portugueses e lusodescendentes nos recenseamentos, nas listas de passageiros e na imprensa canadense, e cruzamos esses registros com a documentação portuguesa para reconstruir a trajetória da família.

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